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  • Narração sintetizada
Ilustração de abertura da história «A Pantera e o Leão».

19 de Fevereiro

A Pantera e o Leão

António Torrado escreveu.

Edição ilustrada contemporânea gerada com IA

Ilustrações desta edição geradas com inteligência artificial.

E sta história contou-ma um amigo meu que esteve em África. Fala de panteras e de leões.

A pantera tinha caçado um cabrito. Preparava-se para comê-lo, quando apareceu o leão.

– Pantera, não toques nesse cabrito – rugiu o leão.

– Mas fui eu que o cacei – protestou a pantera.

– Não toques, já disse. Eu é que mando. Eu é que decido.

Edição ilustrada contemporânea gerada com IA

Como se vê, o leão abusava do seu título de rei da selva.

A pantera não quis teimar mais. Mas o caso não ficava assim…

Matutando no que havia de fazer para recuperar o seu cabrito, a pantera foi ter a uma praia cheia de conchas. Aí estava uma ideia!

Edição ilustrada contemporânea gerada com IA

A pantera recolheu uma quantidade de conchas, enfiou-as num cordão e voltou para junto do leão, que estava a dormir. Já tinha comido metade do cabrito.

Sem ruído, a pantera aproximou-se do leão e pôs-lhe ao pescoço o colar de conchas. Vendo que o dorminhoco estava com o sono ferrado, quebrou perto um arbusto. Tréquele!

O leão acordou em sobressalto e sacudiu-se. O barulho das conchas a chocarem-se umas de encontro às outras acompanhou-lhe os movimentos. O leão, sem perceber do que se tratava, desatou a correr. Quanto mais corria, mais o barulho das conchas o perseguia…

Edição ilustrada contemporânea gerada com IA

Então a pantera acabou de comer, muito descansadamente, o resto do cabrito.

Edição ilustrada contemporânea gerada com IA

António Torrado escreveu. Ilustrador original por confirmar ilustrou.

Ilustração original ainda não recuperada.

E sta história contou-ma um amigo meu que esteve em África. Fala de panteras e de leões.

A pantera tinha caçado um cabrito. Preparava-se para comê-lo, quando apareceu o leão.

– Pantera, não toques nesse cabrito – rugiu o leão.

– Mas fui eu que o cacei – protestou a pantera.

– Não toques, já disse. Eu é que mando. Eu é que decido.

Como se vê, o leão abusava do seu título de rei da selva.

A pantera não quis teimar mais. Mas o caso não ficava assim…

Matutando no que havia de fazer para recuperar o seu cabrito, a pantera foi ter a uma praia cheia de conchas. Aí estava uma ideia!

A pantera recolheu uma quantidade de conchas, enfiou-as num cordão e voltou para junto do leão, que estava a dormir. Já tinha comido metade do cabrito.

Sem ruído, a pantera aproximou-se do leão e pôs-lhe ao pescoço o colar de conchas. Vendo que o dorminhoco estava com o sono ferrado, quebrou perto um arbusto. Tréquele!

O leão acordou em sobressalto e sacudiu-se. O barulho das conchas a chocarem-se umas de encontro às outras acompanhou-lhe os movimentos. O leão, sem perceber do que se tratava, desatou a correr. Quanto mais corria, mais o barulho das conchas o perseguia…

Então a pantera acabou de comer, muito descansadamente, o resto do cabrito.

Ouvir

Narração sintetizada em pt-PT. Não é o áudio original.

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Brincar

Jogos criados a partir do texto recuperado desta história. Não faziam parte do site original.

Recuperação

Dia presente no calendário, mas sem texto HTML extraível no índice recuperado. PDF/assets ficam ligados quando existem. Texto recuperado de uma compilação mensal em PDF publicada pelo blogue da biblioteca escolar da EB 2,3 de Jovim (2019-2020), que reproduzia as histórias do site original; não provém do site arquivado. A narração disponível foi sintetizada em pt-PT a partir do texto recuperado; não é o áudio original.

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